A Quinta

Quinta da Queiró

Na mística da bruma…

 

Turismo em espaço rural categoria Casas de Campo

Este empreendimento turístico advém da recuperação de uma casa de família dos avós paternos dos empreendedores, cuja a principal atividade era a agricultura, sita numa rua denominada Rua da Queiró devido à planta endémica queiró cujo nome científico é Calluna vulgaris, predominante neste local no passado. Na recuperação da casa mãe, bem como das diferentes infra-estruturas que serviam de apoio às várias tarefas inerentes à produção agropecuária, houve a intenção de reabilitar a arquitectura existente, mantendo tanto a traça como também as volumetrias originais, recorrendo aos materiais tradicionais e introduzindo-se novas construções por forma a melhorar as condições de habitabilidade e bem estar daqueles que nos visitam. As intervenções nos diversos espaços têm claramente a intenção de fazer uma fusão entre o rústico, patente na construção inicial, e o contemporâneo não deixando para trás pequenos pormenores indicadores das experiências vividas por todos aqueles que constituíram as gerações que viveram neste local.

Nos terrenos envolventes criaram-se zonas ajardinadas, iluminadas, com uma mistura de plantas ornamentais, sendo algumas delas endémicas,  árvores de fruto que constituem o típico pomar patente nos quintais das casas deste espaço rural, uma horta pedagógica bem como uma capoeira.

Na decoração dos interiores recorreu-se a mobiliário antigo tradicional pertencente à família, devidamente restaurado, em simultâneo com outros apontamentos de cariz mais contemporâneo, por forma a tentar retratar a autenticidade sem descurar o conforto inerente a este tipo de empreendimento. Os empreendedores valorizam ainda, um desenvolvimento sustentável e, como tal, as energias renováveis estarão patentes no empreendimento através de lareiras, alimentadas a lenha, com recuperação de calor para os quartos de dormir a fim de evitar gastos desnecessários na eletricidade. Com o mesmo propósito, todos as máquinas existentes no empreendimento foram escolhidas com base no seu baixo consumo energético.

Neste empreendimento, associado ao alojamento, foi construído de raiz um espaço constituído por uma sala de chá, aberta ao público, onde será servido, por exemplo os pequenos-almoços aos ocupantes das unidades de alojamento. Uma cozinha rústica com forno de lenha, que servirá de apoio à sala de chá e à outra sala denominada sala de eventos. Ainda neste edifício, foi construído um terceiro espaço – sala temática, onde ao longo do ano serão retratadas as diferentes épocas, festividades e tradições inerentes à cultura das Setes Cidades e Açores em geral.

Espaços envolventes

Pomar e Horta

O pomar tem diversas árvores frutíferas típicas da região e uma horta com ervas aromáticas e funciona em regime biológico, utilizando fertilizantes orgânicos. Além de abastecer o empreendimento turístico, terá um caráter pedagógico, permitindo a participação dos turistas em atividades como podas e colheitas.

Esplanada

As áreas envolventes incluem jardins, pomar, horta pedagógica e espaços de convívio, criando uma fusão harmoniosa entre o rústico e o moderno para receber os visitantes.

Jardim

O empreendimento turístico contará com jardins iluminados, compostos por gramados, arbustos e flores sazonais, incluindo espécies endêmicas. Esses espaços proporcionarão áreas de relaxamento para os clientes e poderão ser utilizados para eventos noturnos e serões temáticos.

Missão e História

Este empreendimento turístico advém da recuperação de uma casa de família dos avós paternos dos empreendedores, cuja principal atividade era a agricultura, sita numa rua denominada Rua da Queiró devido à planta endémica queiró predominante neste local no passado.
Na recuperação da casa mãe, bem como das diferentes infraestruturas que serviam de apoio às várias tarefas inerentes à produção agropecuária, houve a intenção de reabilitar a arquitetura existente, mantendo tanto a traça como também as volumetrias originais, recorrendo aos materiais tradicionais e introduzindo-se novas construções por forma a melhorar as condições de habitabilidade e bem-estar daqueles que nos visitam. As intervenções nos diversos espaços têm claramente a intenção de fazer uma fusão entre o rústico, patente na construção inicial, e o contemporâneo não deixando para trás pequenos pormenores indicadores das experiências vividas por todos aqueles que constituíram as gerações que viveram neste local.

Na decoração dos interiores recorreu-se a mobiliário antigo tradicional pertencente à família, devidamente restaurado, em simultâneo com outros apontamentos de cariz mais contemporâneo, por forma a tentar retratar a autenticidade sem descurar o conforto inerente a este tipo de empreendimento.

Neste empreendimento, associado ao alojamento, foi construído de raiz um espaço constituído por uma sala de chá, aberta ao público, onde é servido, por exemplo os pequenos-almoços aos ocupantes das unidades de alojamento. Uma cozinha rústica com forno de lenha, que serve de apoio à sala de chá e à outra sala denominada sala de eventos. Ainda neste edifício, foi construído um terceiro espaço – sala temática, onde ao longo do ano serão retratadas as diferentes épocas, festividades e tradições inerentes à cultura das Setes Cidades e Açores em geral.

Sustentabilidade

Os empreendedores valorizam ainda, um desenvolvimento sustentável e, como tal, as energias renováveis estão patentes no empreendimento através de lareiras, alimentadas a lenha, com recuperação de calor para os quartos de dormir a fim de evitar gastos desnecessários na eletricidade. Com o mesmo propósito, todos as máquinas existentes no empreendimento foram escolhidas com base no seu baixo consumo energético. Também as lâmpadas, utilizadas nos vários espaços, são de baixo consumo energético com o propósito de se evitar consumos desnecessários.

Todas as casas têm caixotes de lixo diferenciados a fim de se proceder à separação do mesmo.

Nos terrenos envolventes criaram-se zonas ajardinadas, iluminadas, com uma mistura de plantas ornamentais, sendo algumas delas endémicas e árvores de fruto que constituem o típico pomar patente nos quintais das casas deste espaço rural.